As ações, que contam com apoio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (GAECO) do Ministério Público da Bahia (MP-BA), são baseadas em investigações iniciadas em março deste ano nas quais foi identificado que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 4 milhões e dividia as tarefas em núcleos de comando, gestão financeira, armazenamento, logística, distribuição e revenda das drogas, além do fornecimento de armas de fogo.
O grupo é suspeito de atuar nas práticas de tráfico de drogas e associação, organização criminosa, comércio, posse e porte ilegais de armas de fogo e munições, além de lavagem de dinheiro.
Foto: Divulgação / Polícia Civil (PC-BA) da Bahia
Os criminosos enviavam as drogas para São Paulo, Espírito Santo e Sergipe, além de negociar armas de fogo e munições calibre 5,56, cujo transporte era realizado por meio de uma empresa de fachada.
As investigações são realizadas pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), e as ações contam com a atuação da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), dos Departamentos de Polícia Metropolitana (Depom), de Polícia do Interior (Depin), de Inteligência Policial (DIP), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil (PC-BA), além do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e das polícias civis de São Paulo, Espírito Santo e Sergipe.

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